"Onde reinam intenções honestas,
mal entendidos podem ser curados
com rapidez e eficácia."

20 de julho de 2012

Minha primeira Tilda

Temi não conseguir terminar minha Tilda Costureira em tempo.
Mas, aí está mais um sonho realizado.
Sempre admirei as bonecas Tilda, mas não esperava um dia ser convidada para participar de uma promoção tão interessante como esta. Fui incentivada pela querida Ana, amiga virtual.
Como cenário para apresentá-la, usei alguns objetos em madeira, vasinhos pequenos em porcelana que pintei há muito tempo, a xícara e o pires pertenceram aos brinquedos da minha mãe, os bichinhos em biscuit sobre a estante eu fiz e o cãozinho segurando entre os dentes a plaquinha escrita "com carinho" foi o último presente que recebi da minha querida sobrinha Dani.
Arrematando os "coquinhos" da Tilda, coloquei uma rosa em biscuit também pertencente ao meu acervo de objetos artesanais.
Estou muito contente com o projeto finalizado e agradeço às proprietárias do blog Tilda Brasil,
pela oportunidade de participarmos do SAL Tilda Costureira.

17 de julho de 2012

Hibernando

O inverno tardou mas veio com tudo.
Estou hibernando numa sala da casa, com cinco cãezinhos pequenos e cinco gatos (os gatos de baixo). 
Ajudando a nos aquecer também estão aquelas mantas (cobertores) de soft que se compra no Paraguay.
Fi se espreguiçando
 No sofá grande coloquei uma para os cães e outra está na minha poltrona onde sento rodeada de gatos.
Impossível ficar aqui onde está o computador sem uma estufa enorme ligada. Possuo duas à gás, mas para economizar o planeta, meu bolso e não deixar a cachorradinha idosa no frio,
 só uma está ativa.
Amanhã, se o sol não der as caras, serei obrigada a ligar a segunda estufa, pois as peças da mansão são muito amplas e quando o frio atravessa as paredes de quarenta centímetros de espessura, o calor só entra a muito custo no final de novembro.
A Tilda Costureira que estou fazendo, a fiz toda a mão porque a sala de cima, onde era meu ex-atelier e onde está a máquina, é impossível permanecer mais de cinco minutos, parece um freezer. Assim, com toda a calma, costurei peça por peça, crochetei o cabelo, faltam as asas, a barra da saia e finalizar o rosto.
Foi necessário fazer uma segunda boneca pois a primeira cortei errado, por falta de atenção, mas aproveitarei para fazer outra tilda, provável a "Tilda Remendada".
Os gatos estão todos bem, descontando as crises existenciais do Lelo, que ontem derrubou um pedaço de parede de madeira para poder sair, mas já consertei tudo, nada que pregos e um bom martelo não resolvam.

14 de julho de 2012

Foi mas voltou!

Em minha trajetória alguns móveis marcaram muito e, 
a cômoda abaixo é um deles.
Ela ficou cinco anos "morando" na casa do filho noutra cidade e ontem estando eu com eles a nora comentou que quando desejasse poderia devolvê-la à mansão. Fiz"olhinhos pidões" para o filho e ele colocou a cômoda em sua camionete e viemos os
 três, felizes para a mansão.
A mãe sempre insistia em dizer que ela (a cômoda) era feita em madeira de lei, resistente e que não "acabava nunca".
Já resistiu sessenta e seis anos, muitas mudanças, inclusive para outro Estado, em estradas muito precárias 
e permanece impávida em sua estrutura.
atrás (selo do fabricante)
É um móvel grande, mede um  metro e trinta centímetros de altura, um metro e quinze centímetros de largura e suas cinco gavetas têm quase sessenta centímetros de profundidade.
Foi feito sob medida, em 1946 para guardar o enxoval do meu irmão, primeiro filho do casal Antoninho e Lilly,
 o Egon Elias (saudades).
festa de um aninho do Egon
Com o passar dos anos, a "Cômoda" como era chamada, foi guardiã de vários objetos, geralmente roupas de cama, cobertores e muitos tesouros como fotografias, caixinhas, cartas, primeiras roupinhas das crianças, revistas, muitas coisas que já foram mostradas aqui no blog, sem mencionar a "guardiã" que estava ausente da mansão.
Pois bem, agora retornou e ficará na fila de espera, dos projetos em construção, como o roupeiro e a Tilda Costureira.
Minha ausência no blog e nos blogs amigos deve-se ao frio intenso que está fazendo nos últimos dias e, nos próximos, ficarei sem funcionária nas lides domésticas pois o filho da Ana ontem caiu, quebrou o bracinho direito e será hoje submetido a cirurgia e precisará do colo da mãe até passar o susto.