"Onde reinam intenções honestas,
mal entendidos podem ser curados
com rapidez e eficácia."

9 de março de 2013

Tempo de mudanças

A galerinha felina está cada dia mais linda.
Na foto Fiona, Lico e Cisquinho.
Enquanto apreciava a gataiada tomar água, 
flagrei pombinhas rola namorando.
Uma está bem visível no galho e a outra está noutro galho à esquerda, bem em cima na foto.
Trocando arrulhos...
 e carinhos
 Pensando em mudança de lar, pesquisando adaptações aos gatos.
 Acredito que com cinco casinhas iguais estas acomodo todos.
O blog está abandonadinho não é? 
Mas são muitas coisas para pensar, 
adequar, fazer, desfazer, nos próximos meses.







3 de março de 2013

Gatos, seus mistérios e meus presentes

Nina deixou seu cheirinho na caixa após esfregar-se nela.
Quando soube que a caixa viria para o Brasil,
 para a casa do Mimi, tentou vir junto, conforme explica aqui.
Ontem a caixa chegou e dentro dela os mimos carinhosamente embalados noutras caixinhas foram surgindo enquanto meu coração "saracoteava" no peito.
Hoje, mostrei os presentes no Facebook.
A manhã passou, ao meio-dia o Mimi implorou 
para sair pela porta da cozinha.
Deixei e "combinamos" que logo voltaria. Como  bom gato que é, voltou, mas miou na porta da frente, 
abri e o deixei ficar aqui na sala. 
Quando servi o jantar para os gatinhos, percebi a falta do Mimi e lembrei que havia entrado pela sala. Procurei nos dois quartos, nada, entrei na sala e eis onde ele estava dormindo:
 junto a linda Kokeshi e ao Maneki
 Cada dia mais os gatos me surpreendem,
 será que ele sabe que tem uma namorada
no Japão e que os presentes vieram de lá? 
Mais um dos mistérios felinos que tanto me encantam.
Ali ele dormiu a tarde toda, sem que eu percebesse.
Então, abri a gaveta onde guardei a caixa do correio
 e mostrei ao Mimi.
Ele a cheirou, esfregou-se assim como a Nina fez.
Tentou entrar, mas não conseguiu...
Cada dia amo mais aos gatos e pode ser pretensão minha, mas,
além de os amar, nos entendemos.

2 de março de 2013

Brincando com o neto


 Visita sempre bem vinda é a dos filhos com suas famílias.
Hoje, depois de brincarmos com as "coisas" de sempre, resolvemos
 procurar uma pracinha no centro da cidade para o G brincar.
 Sugeri a do hospital, mas achamos sem graça. Restou a Praça Central, em frente a Prefeitura.
Para uma cidade com mais de 60.000 habitantes, a Praça está miserável. Os brinquedos resumem-se a três balanços, três gangorras, um carrossel (quebrado) e um escorregador. Frequentadores: nós e duas meninas caigangues falando sua língua nativa o que me alegrou, mantendo a tradição da tribo.
 Fiquei muito feliz em ver que a árvore, onde nos anos sessenta várias vezes sentei, pois a praça é em frente à Escola onde fiz o ginásio, resiste às intempéries e podas, 
brotando sempre linda e altaneira.
 Sua raiz externa serviu hoje para o G brincar,
 quase cinquenta anos depois de ter servido 
para a vovó sentar sobre ela.
Desnecessários são os balanços quando existe uma
 linda árvore que com todo amor recebe 
os pés descalços de uma criança.
Quando a escalada foi mais alta, 
mão zelosa do pai protegeu o menino.