"Onde reinam intenções honestas,
mal entendidos podem ser curados
com rapidez e eficácia."

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11 de janeiro de 2014

Mudando o foco dos textos

Então pessoal, para não encerrar definitivamente o blog,
 continuarei postando imagens dos meus 
companheiros de quatro patas, gatos e cães mas,
nos textos, a não ser que coisas diferentes e interessantes
sejam protagonizadas por eles, colocarei algo que se refira à
Ciência do Cristianismo que estou estudando e muitos benefícios
trouxe à nossas vidas. Então, hoje compartilho algumas palavras
de Mary Baker Eddy:
"O viver e a bem-aventurança espirituais são as únicas
evidências pelas quais podemos
reconhecer a verdadeira existência
e sentir a paz inefável que provém
de um amor espiritual que tudo absorve."

20 de dezembro de 2013

O Blog ainda existe

Oi pessoal, ela me acordou para que eu avise
que o blog continua aqui, nós também, mas
o tempo "dela" está curto para escrever.
Então algumas fotos para manter o hábito!
Fazendo bolachinhas
 Enfeitando as cuscas
Nausy
 Pudim
  Brincando de jardineira
Ah, e cuidando dos outros 27 gatos e 10 cães...

12 de junho de 2013

Explodiu a almofada - Julica e Jiló

Lembram o que aconteceu nessa situação?
Pois aconteceu novamente, mas desta vez foi uma almofada que pulou de cima da mesa, caiu no chão e explodiu.
Sabem, o outono aqui na cidade está bem típico, 
tem muita neblina e umidade, 
então já fazem dois dias que não podemos brincar no nosso jardim.
Acho que a almofada ficou revoltada com nossa presença e explodiu.

8 de junho de 2013

Artes e preocupações caninas

Olá pessoal, vocês já me conhecem, sou Julica irmã do Jiló,
 aqueles dois maninhos que foram deixados aqui 
nesse "jardim" para sermos cuidados.
Nós adoramos morar aqui, passamos o dia todo brincando, caçando borboletas, latindo para quem passa e também para os passarinhos. Quando anoitece somos levados no colo para nosso quartinho lá no andar de cima da casa onde temos caminhas bem legais, nossa ração, água, o banheiro e alguns brinquedos.
Estamos preocupados porque os dias estão ficando mais curtos e frios, o sol nasce fraquinho e vai dormir cedo, então resolvemos fazer um buraco para dormir quando chegarem os dias muito frios, nossa mamãe contou, enquanto ainda estávamos com ela, 
que os nossos ancestrais faziam buracos para dormir e se proteger.
Como umas pessoas más nos roubaram da nossa mamãe antes de  terminar a explicação sobre os buracos, imaginamos que deve ser assim como estamos fazendo.
Eu não gosto muito das brincadeiras do Jiló, ele adora me colocar em situações delicadas.
Ele disse que precisamos levar algumas coisas para dentro do buraco e pegou o jornal de domingo (que chega no sábado), rasgou quase todo e queria que o ajudasse levar os pedaços para o buraco.
Mas não ajudei porque sei que nossa mãe humana ainda não leu então ele fez tudo sozinho.
Quando ela veio nos buscar e levar para dentro de casa, viu a bagunça que meu irmão Jiló fez.
Coitada, só sobraram inteiras algumas folhas,  uma parte que se chama "classificados", aquela parte onde escrevem coisas da televisão e ouvi ela contar para os gatos que pelo menos a crônica da Marta Medeiros ficou inteira.
Vejam só como o Jiló é malvado comigo, ele me morde as orelhas, 
e puxa minhas patinhas e eu até rezei para São Francisco quando ele esteve doente para que ficasse bom logo. 
Minha vida é muito difícil aqui.


1 de junho de 2013

Sofá - berço felino e canino

Inesquecível o dia em que comprei este sofá. É o maior de um conjunto de três e dois lugares.
Lembro que estava com a mãe fazendo compras de final de ano quando decidi presentear-me um conjunto estofado. Entramos em diversas lojas e nenhum agradou. Na última, já próximo de casa, entramos e fui andando até o fundo da loja, bati o olho e decidi: é este! Paguei com "magalhetas".
Para quem não sabe, "magalhetas" foi o nome dado a uma espécie de vale que os funcionários da Prefeitura do Município receberam como décimo terceiro salário no final dos anos noventa, pois dinheiro não havia, nossos salários estavam três meses atrasados e foi a maneira que o prefeito encontrou para que se pudesse ter um final de ano melhor. Assim, trocávamos as "magalhetas" por produtos em estabelecimentos conveniados.
Desde que casei, tive apenas três conjuntos estofados para sala de estar. O primeiro, super moderno nos anos setenta, estilo colonial, a madeira branca e assentos e encostos em veludo vermelho. O segundo, também em estilo colonial, encostos e braços em couro e almofadas em tecido gobelin e o terceiro é este que transformou-se em berço felino e canino. O de dois lugares há muito foi doado.
O lençol que cobre parte do sofá, eu fiz em casa, com babados, fitas e barrado de renda de algodão. É o tal lençol de vira que aboli, tenho apenas dois de linho que estão guardados para as "visitas". O edredom foi muito usado pelo meu filho, pela mãe e finalmente por mim. Como minha cama é partilhada com caninas, os edredons são lavados muito seguido e quando desbotam e a fibra fica desparelha, vai para o sofá. Depois do sofá, é cortado em pedaços que são doados para animais mais "carentes" que os da mansão.
Enquanto fotografava a soneca no sofá, Francisco pulou nas minhas costas e sentou no meu ombro. Ao fazer o costumeiro carinho da cabeçada, cliquei e a foto saiu tremida.

29 de maio de 2013

Cachorrices de maio

Mês de maio bastante complicado e turbulento aqui na mansão. Muita umidade e muitas faltas da funcionária. Vinte e nove gatos e doze cães para dar conta sozinha, numa casa com mais de vinte cômodos, é difícil.
Mas, aqui não é muro de lamentações, embora elas apareçam seguido, vamos a algumas imagens e situações engraçadas dos últimos dias.
Com a umidade altíssima durante todo o mês, muito pouco Jiló e Julica puderam ficar no jardim.
Percebem um cão dentro da manga de um casaco? Pois o Jiló, não tendo mais o que inventar no espaço restrito (embora quase do tamanho de casa popular), enfiou-se manga a dentro
Julica o ajudou sair e levou o casaco para a "caminha" e o intimidou com rosnados, vejam as orelhas dele "para trás". Essa é a casinha de inverno deles 
e até banheiro privativo tem. 
Adoro minha velhinha Fiapo. É muito feiinha tadinha, mas apronta várias para me fazer rir.
Caçou um ratinho dos brinquedos dos gatos
mastigou-o (sem dentes) como se fosse fina iguaria.
Tentei tirar-lhe o petisco mas não consegui, ela rosnava muito e tive medo da mordida desdentada.
Da mordida desdentada da Fi tive medo, mas como sou muito teimosa e assim como várias vezes soltei a Leona da corrente e ela escalou os muros e fugiu, teimo em socializar ela e a Nausy que se odeiam. A Nausy saiu de dentro de casa, passou pela Leona, numa boa mas a Leona resolveu rosnar e a Nausy voltou e abocanhou a orelha da Leona. Para separar as duas, peguei a Leona no couro das costas e ergui sobre uma prateleira pouco mais alta que eu. Como fiz isso com uma só mão? Não sei. Mas a Nausy não desistiu de avançar e num dos pulos, coloquei meu braço na frente de sua boca, sobrando uma bela dentada no meu pulso.

8 de maio de 2013

Sons emitidos pelos animais


“Muitos cientistas tradicionais e estudiosos de ciências alternativas dizem que os sons emitidos pelos animais, seus sinais vocálicos, são na verdade mantras altamente benéficos aos seres humanos, tanto à nossa saúde física, emocional e bioenergética, como também são instrumentos poderosos para serem abertas as portas da percepção.
É sabido que o miado dos gatos chega aos nossos ouvidos, através de ondas vibratórias, ótimas para exercícios de relaxamento e mentalizações, como também podem nos levar aos portais de outras dimensões.
Os latidos dos cães por sua vez, são emitidos como se fossem setas de amor e proteção, muito bons para a defesa do campo psíquico e fortalecimento dos chackras, principalmente o do plexo solar.
Os povos antigos e os índios sabiam criar uma simbiose com os bichos e aprendiam suas linguagens e sinais, utilizando-os em seus rituais religiosos, cantos e danças.
Hoje o homem vive em salas fechadas, iluminadas artificialmente, à frente de máquinas e computadores, com medo de se contaminar por germes e bactérias.
Se sente cada vez mais só, vazio e desamparado, perdendo suas defesas naturais e convivendo com uma crescente e descontrolada violência.
Não é preciso desbravar florestas virgens ou enfrentar selvas fechadas para poder voltar ao seu eixo primitivo, basta que aprenda novamente a ver e ouvir os animais: sua voz, formato, cores, compreender sua comunicação.
Todos os animais quando “falam”, desde o mugir das vacas 
até os cantos dos pássaros, 
estão realizando um trabalho de equilíbrio e harmonia junto a natureza, trazendo grandes benefícios para nós.”

Li esse texto e achei interessante. Busquei no Google algumas imagens que combinam com ele, e reparto com vocês.
Copiei daqui.

24 de abril de 2013

Banho antes da chuva

Ouvi hoje pela manhã a previsão meteorológica para o final de semana e, marca chuva.
Outono, depois de chuva, geralmente o frio aperta e fica difícil dar banho na bicharada.
Para poder comprar shampoo de R$90,00 para o pessoal canino de dentro, o banho precisa ser dado em casa. 
Mas, nem todos usam o mesmo shampoo. Só a Bina que arranjou um fungo está tomando banhos terapêuticos, as outras usam o comum, com cheirinho de morango.
Sempre ajoelhava-me em frente à banheira para banhar os cães, mas a idade avançando, já sou considerada "idosa", improvisei uma banheira mais alta e foi muito fácil deixar três mocinhas limpinhas.
A Bina não aparece dentro d'água porque só lembrei de fotografar quando ela já estava molhada.
Aqui ela já está "demi sec", rolando no pano para terminar a secagem.
A Nausy nunca havia tomado banho em casa, mas como a grana anda contada e ela não necessitava de tosa, arrisquei.
 
É uma santa, em momento algum tentou fugir.
 
Só mostrou a língua quando já estava secando!
Aqui, com o secador sobre a máquina de costura, também ficou quietinha.
Já a Pudim é um drama para conseguir banhar. Passa o tempo todo querendo fugir,
 não sei como consegui fotografar...
 Secar é outro drama, não para quieta e tem um pelo muito espesso, deve ser mestiça poodle, difícil secar.
Mas, parece que saí bem na função de ..... quem dá banho em cachorros é? Não sei. Se alguém souber, ajude.
Amanhã tem mais, a Fi e o Picolo ficaram para a segunda etapa. Precisam tomar banho pela manhã pois são muito "idosos".

12 de fevereiro de 2013

Manias dos mascotes

Era hábito aqui em casa, cada cão ter seu pote para  a ração.
Mas, quando a Nausy foi promovida de "cachorro de fora" para "cachorro de dentro", fui obrigada a providenciar um prato bem grande (daqueles para torta) e colocar toda a porção, suficiente para as quatro meninas e o menino.
O motivo é que a Nausy comia a porção dela e atacava os potes dos outros e os outros também.
Agora, já fazem alguns anos, está tudo tranquilo na hora das refeições. Quando um está comendo, os outros aguardam na fila. 
Picolo e Grisi
A Nausy está comendo e o Picolo e a Grisi estão aguardando, não que a Grisi coma a ração canina,
 mas está fazendo companhia para o Picolo.
Picolo e Grisi
Mesmo sendo a maior de todos, a Nausy é a que menos come. A mais gulosa é a Fi. Ela e o Picolo são muito engraçados, enchem a boca de ração e vão para outro lugar comer. E, enquanto estão no vai e vem, as outras não chegam perto do prato.
Nausy
Os cães de fora, também são servidos em apenas um recipiente, que é uma assadeira grande. Mas, como todos os animais que habitam a mansão, também têm suas manias. Quando termino de servir, ninguém se aproxima da ração, ficam olhando para a lata e então digo: querem milho? e jogo uma porção na escada e todos vão comer. Depois alimentam-se normalmente na assadeira.
Quem entende os animais?
Seus mascotes também têm manias?






2 de fevereiro de 2013

O travesseiro explodiu

Nós ainda estamos confinados dentro do atelier e do quarto verde e hoje ela trouxe a Pudim, aquela amiguinha bonitinha que está com dodói na patinha, para ficar um pouco com nós. 
A Pupi ganhou um travesseiro para deitar sobre o baú, onde não alcançamos. Passou um tempo e ela levou a Pudim pra baixo
 e de repente
 escutamos o travesseiro explodir!
 Tentamos colocar as tripas dele pra dentro,
 mas não conseguimos.
 Prefiro nem olhar, coitadinha da Julica está se esforçando pra enfiar tudo pra dentro e eu Jiló estou
cuidando pra ver se ela chega. Tenho certeza que irá nos culpar pelo "acidente".
Vamos sair de fininho e ir pra nossa caminha, senão o bastão de jornal irá funcionar...