"Onde reinam intenções honestas,
mal entendidos podem ser curados
com rapidez e eficácia."

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17 de agosto de 2011

Um pouco do dia!

Hoje foi um dia bastante nublado, mas de pouca umidade, a temperatura bem agradável, mais para o frio que calor. Parece que o inverno está iniciando sua retirada. As bergamotas na feira já estão chegando um pouco murchas, a eritrina está linda
 e pássaros diferentes já estão cantando pela manhã. Fiquei em torno de meia hora, observando a copa da araucária, 
tentando identificar a espécie de pássaro que cantava lindamente. Em vão, alegrou-me apenas com seu canto. 
Por outro lado, os gatos alegram sempre, com imagens e miados que para meus ouvidos são cantos. Dos mais velhos, identifico o miado sem ver o gato.
Fotografei-os na hora do jantar, eis o Belo lambendo os beiços,
O Luky também, após tomar água.
Enquanto isso, Francisco e Nino Branco tentavam abrir a porta do banheiro para tomar água, pois não aceitam se não for da torneira.
Ao escutar o ruído da ração caindo nos potes, Lelo resolveu retornar mais cedo do passeio e consegui flagrá-lo pulando o portão. Impressiona a agilidade!
Luky está tão fofinho que não resisti em grudá-lo no meu rosto e registrar o momento.





3 de julho de 2011

Hauskatzen - algumas fotos

Desejando ótimo final de domingo a todos, deixo algumas fotos dos Ninos, filhos da Dulce que com ela vieram para passar uns dias na Hauskatzen, até ficarem fortes para serem doados. Mas, mais forte que eles, ficou meu amor e tornei-me adotante dos Ninos. A falta de imaginação para os nomes é motivada por pensar nos futuros donos, que gostariam de batizá-los. Mas nós nos entendemos. O amarelo é o Nino Lelo e o amarelo e branco é o Nino Branco.
Fofinhos
Fazendo "arte" com cubo de gelo (no verão), enquanto faço arte na máquina de costura!
Nino Lelo, olhos cor de mel!
Nino Branco "encaixotado"
Pose na minha cama, sobre a almofada, Gato, eu que fiz!
Boa noite!

26 de maio de 2011

Gatos adotados "em massa"!

Gatil do Abrigo
Antes de serem postadas as histórias "Hauskatzen" a serem escritas pelos gatos "de cima" darei algumas informações sobre a situação deles antes de aqui chegarem.
Em maio de 2005 adotei oito felinos, adultos e filhotes, em péssima situação de saúde. Estavam num gatil improvisado, nada a ver com a foto acima. Alguns que não pude resgatar no gatil improvisado foram alojados no gatil da foto.
Dos oito que resgatei, alguns não resistiram, mesmo sendo acompanhados por veterinários e medicados.
É muito difícil em abrigos, públicos ou privados, manter gatos. Os cães suportam melhor o confinamento. Gatos são muito suscetíveis ao frio e calor extremos que são comuns aqui no Rio Grande do Sul. Não suportam viver em lugares pequenos onde o sol não brilhe.
Mais uma explicação, porque "gatos de cima".
Casa recém construída, em 1946


Casa hoje
São assim denominados porque a casa é um sobrado e eles ocupam três peças da parte de cima. Junto com os que resistiram desde 2005 residem outros tantos que também contarão suas histórias.

Belo um dos resgatados do abrigo
Abstenho-me de colocar fotos dos gatos, recém chegados, porque o olhar de um gato abandonado dói no fundo da alma e gateiros não precisam ver imagens dolorosas. Quem nunca viu, é só dirigir-se a um abrigo para animais abandonados, comprovar o que digo e se não puder adotar, colabore com ração, dinheiro ou outra coisa que os bichinhos necessitem.
Pensando bem, colocarei uma foto. A do Lindo, irmão do Belo que, mesmo depois de alguns meses aqui, ainda permaneceu com o olhar distante, procurando seu passado. Belo e Lindo acredito que tinham mais ou menos seis meses quando aqui chegaram.
Lindo 

21 de maio de 2011

Dicas para gateiros - ração

Hora do jantar
A partir do momento que decidi "contar" quantos gatos aqui residem, parece que os números resolveram multiplicar-se!
Enquanto mal passavam de uma dezena, a alimentação por mais de três anos vinha sendo com uma ração premium. No entanto, a partir do final de 2010, como falei, os números multiplicaram e estão próximos a três dezenas. O pacote de 8Kg que era consumido em uma semana, gradativamente foi aumentando.
Fazem dois meses, a indústria fabricante da ração ficou dez dias sem produzir, alegando mudanças na fábrica. A mudança feita refletiu na ração e alguns dos gatos residentes apresentaram mudança na consistência das fezes. Não era diarréia, porque a quantidade permaneceu a mesma, mas a "qualidade" deixou-me com os cabelos em pé! Não perderam peso, mantiveram as atividades habituais, mas minhas atividades na limpeza complicaram.
Isso, sem falar que o preço do quilo daquela ração varia, de uma loja para outra, entre R$7,00 e 7,50. Reclamei com o revendedor, culpei produtos de limpeza usados no chão, ou borrifados no ambiente, mas não pensei em mudar a ração.
Ocorre que sábado passado, terminou a ração e não encontrei nos revendedores. Fui obrigada a encontrar alternativa. Decidi então testar sábado e domingo uma ração não premium, que adquiri num supermercado. Deu certo, as fezes firmaram e todos comeram sem reclamar. 
Resumo da ópera: os felinos estão alimentados e saudáveis e nossa despesa com ração diminuiu em 40%. 
Mimoso, guardião dos potinhos para ração!
A decisão de estabelecer definitivamente a mudança não foi por impulso mas, procurei lembrar-me como alimentávamos nossos gatos no passado, quando éramos quatro pessoas na casa, com renda muito menor que a atual. Aí, lembrei que minha mãe fazia a "comida" dos gatos consistindo em arroz, aquele "especial" para animais domésticos, baratinho, cheio de impurezas, e, um pouquinho de carne moída de 2ª, sem nenhum grão de ração. Todos viviam felizes, morriam apenas quando havia "surto" de envenenamento ou atropelados (ainda possuíam liberdade de ir e vir).
Concluindo, gatos precisam de alimentação, higiene, caminhas limpas, areia sanitária, segurança na medida do possível, mas principalmente a maior necessidade é CARINHO, TOLERÂNCIA E RESPEITO e a saúde e longevidade serão consequências das três palavras acima!

Mimi esperando alguém abrir a torneira!

Kity mostrando que é quase do tamanho do fogão à lenha!

16 de maio de 2011

Hauskatzen (gatos da casa)

HAUSKATZEN

imagens Scrapologie
Hoje fizemos uma reunião, os gatos da casa e eu. Após muitos miaus, ronrons, rosnados e algumas palavras, chegou-se a seguinte conclusão:
1- Alguma coisa deverá ser postada no blog todos os dias, mesmo que seja apenas uma fotografia;
Kity
2- Não tenho tempo para fazer isso e portanto os gatos decidiram que irão auxiliar, contando suas histórias;
Francisco mamadeira
3- A escolha das fotos para postar, quando os felinos estiverem com "preguiça", ficará por minha conta.
céu de outono 2011
4- Para não confundir os leitores, sempre que um gato escrever, no título deverá constar "Hauskatzen";
5- Permanecerei com a parte dos "Panos" até porque tendo auxiliares para escrever, sobrará mais tempo para trabalhar, sempre supervisionada por um felino.
Francisco supervisionando
 Poderei também, vez ou outra. escrever algo "nada a ver" com gatos ou "Panos" com a condição de passar por Assembléia Geral Extraordinária, onde será lido o texto e deliberado por publicar ou não!
Censura!

12 de abril de 2011

Anos passam para tudo e todos!

Possuo vários móveis antigos, anos 40, 50 do século XX. São da mãe, mas moramos juntas e então já os considero "meus". 
Engraçado, a aparência dos móveis, assim como a do ser humano muda com o passar dos anos. No início, a mesa, cristaleira ou guarda louças são adornados com toalhas, guardanapos, vasos e bibelôs, assim como humanos usam batom, brincos e pulseiras para enfeitarem-se.
guardanapo imagem Google

Bibelôs diversos - imagem Google
Passa o tempo, os adereços não impedem que algumas marcas fiquem impressas nos móveis assim  como nos rostos e corpos. Às vezes um leve verniz renova o móvel e a maquiagem ou roupa disfarça algumas imperfeições.
Alguns anos mais e eis a realidade: ou mesa, cristaleira, cadeiras, rostos e corpos são completamente repaginados por  serrotes, lixas, bisturis, preenchimentos com várias massas, silicone, e outros instrumentos de tortura, ou chega a hora de serem apresentados tal qual estão! 


A mesa e cadeiras mostradas acima, fazem parte da decoração da casa de  Jasna Janekovic na Alemanha, (copiei do site decor8) e como é possível reparar, algumas peças devem ter recebido, com o correr dos anos algum ajuste, mas hoje as marcas do tempo são visíveis, e mesmo assim, sua utilidade foi preservada.
Não é a primeira vez que encontro em sites de decoração, móveis antigos não restaurados sendo usados. Deixo claro que certas coisas já vistas, por exemplo, estante escorada com tijolos em um lado, pilha de livros substituindo perna de mesa, não condeno mas também não concedo louvores.
 Voltando aos "meus" móveis, preservo os da copa da casa da mãe. Mudanças já foram efetuadas, uma por profissional e outra por mim. A cristaleira e o balcão estão no projeto do meu futuro atelier e a mesa e cadeiras estão em uso na cozinha.
Cristaleira/guarda louças

Balcão
 Tenho um sério problema com as cadeiras porque arrisquei, alguns anos atrás,  retirar o estofamento e refazer em casa sem auxílio de ferramentas profissionais. Lógico que deu tudo errado.


 Para completar, uma das minhas focinhos (cadela ou cachorra pode parecer pejorativo), a Nausy, tem o hábito de roer aquelas cadeiras e como minha proposta de reforma não deu certo, deixei que se divertisse roendo.
Nausy junto aos gatos, mostrando seus dentes roedores!
Então, apesar de estarem servindo para o fim a que se destinam, elas precisam de muito trabalho para ficarem apresentáveis. Mostro aqui o "antes"(atualmente é durante) e algum dia pretendo mostrar o "depois".
Pois é, fiquei nos móveis e deixei os corpos de lado. Mas o comparativo inicial entendo possível. Temos à disposição vários instrumentos que possibilitam chegar em idade avançada mantendo praticamente todas as funções. Para tanto, não fazer como fiz com as cadeiras, tentar resolver em casa, sem habilitação e instrumentos adequados as mazelas apresentadas. Medicina preventiva e curativa são tão úteis e necessárias para nós quanto marceneiros e estofadores são para mobília.
Quantas vezes deixamos "bichinhos" roerem nossa saúde e quando percebemos a recuperação torna-se complicada, senão impossível.
Bebês, crianças, jovens, são lindos por natureza. Adultos, desde que com parcimônia podem apelar para vários truques, mantendo o "frescor" por muito tempo. Já os maduros, aí considerando os maiores de sessenta e cinco anos, deixo um recado: mostrem a beleza interior presente em todos, sejam companheiros de filhos, netos, bisnetos, tenham amigos de todas as idades sem tentar imitar nem uns nem outros. 
Bebê linda! (eu)
Bisvó, avó, mãe e eu
Tudo e todos podem serem úteis, desde que mantido o bom senso!
Gatinha nascida dia 11.04.2011(Descuido)


7 de março de 2011

De onde surgiram os gatos da casa?

Descanso no terraço!
O surgimento dos atuais vinte (20), sim são vinte, hoje escrevi o nome de todos e eis a constatação: sempre fui péssima em matemática.
Eram apenas duas gatas, a Cherry e a Miti, no final do século XX. Miti foi envenenada e Cherry morreu de causas naturais em 2006. 
Apenas Cherry, até aparecer o Mimi, literalmente na boca de um cachorro. Ana salvou e adotei-o. 
Mimi
Depois do Mimi chegou Ruby que fora abandonado num bairro afastado e, não sei como quem o encontrou foi informado que eu gostava de gatos e, já são dois.
Ruby
2001 trouxe o Kity, este escolhi, ganhei de uma costureira. Tornou-se a estrela da casa após a partida da Cherry para a Ponte do Arco Iris.
Kity
Estávamos tranquilos, gatos dormiam o dia todo, passeavam um pouco mas à noite sempre o retorno para dormir na casa, em segurança. Apareceu o Bóris, gato amarelo cuja passagem por aqui foi meteórica, não tenho fotos. Era um ser maravilhoso, carinhoso, xodó do meu filho. Terminou envenenado num de seus passeios diurnos.
Desde 2004 sou voluntária numa Associação Protetora de Animais na cidade (já falei sobre isto). A administradora do local sempre impedia os voluntários verem os gatos. Eles ficavam confinados num quartinho imundo, algo que só ficamos sabendo quando ela afastou-se da associação. A nova administração providenciou o melhor local possível, longe de ser o ideal, e ali os bichanos podiam respirar ar puro e ter um pouco de contato com a natureza, mesmo que fosse visual. Ocorre que o local, melhor que o confinamento no quartinho, no inverno mostrou-se sem as mínimas condições de ser mantido. Num final de semana, filha e genro aqui estiveram e  levei os para conhecer a sede da associação. A filha, quando viu a situação dos gatinhos pediu que providenciasse a retirada daqueles em piores condições e os trouxesse para casa. Segunda feira retornei ao gatil e coloquei os oito (8) todos adultos, que consegui pegar, dentro de uma valise e trouxe para casa. Chamei um veterinário para examiná-los e aí começou mais uma aventura. A maioria estava com pneumonia, rinotraqueíte, etc. Salvarm-se apenas cinco: Belo, Lindo, Zóio, Mitinha e Amora. 
Lindo morreu atropelado e Amora durante cesareana.
Belo
Mitinha
Zóio
Amora, ao passar a Ponte do Arco Íris, presenteou-me com Francisco e Fiona criados desde o nascimento sob meus cuidados.
Francisco e Fiona
Francisco já com olhinhos abertos
Imaginando que Francisco e Fiona permaneceriam sempre bebês, deixei de castrá-los e, para minha surpresa, Fiona ficou com barriga grande, de onde surgiram quatro saudáveis "rebentos".  Permanecem aqui: Mimoso, Dinho e Cisquinho. Tarso foi doado, mas posteriormente "ganhei" um filhote dele, o Chuvisco.
Mimoso escalando
Dinho
Cisquinho
Chuvisco
Amiga
Da mesma forma como a Minina aqui apareceu, em fevereiro deste ano, em 2008 aqui chegou a Amiga com quatro filhotes que doei (todos morreram) ela ficou e até hoje lamento a doação precipitada.
Certo dia, uma veterinária pediu um favor, impossível negar sendo que muitos ela já havia prestado. O favor foi acolher uma gata que vivia sobre telhados e estava "jurada". É arisca até hoje. Apresento:
Katy Lu
Após Katy Lu, acolhi outro amarelo "jurado",  Lelo, pensando em presentear o filho com um sósia do Bóris. Não colou. Permanece aqui.
Perdida, vagando por calçadas e jardins, apareceu a Chata, orelha faltando pedaço, resgatada e acolhida.
Chata
Novembro de 2010, uma colega voluntária da associação, solicitou que ficasse com uma gata e seus quatro filhotes até o desmame. Seriam posteriormente doados. Prontamente aceitei, pois cuidar de filhotes é algo que fascina. Doei dois. Mãe e dois filhos permanecem comigo. Dulce e dois Ninos amarelos.
Dulce
Ninos
Minina
 Minina (é com "i" mesmo) foi acolhida em fevereiro de 2011, já mereceu post próprio e é muito amada embora tenha apenas meio rabo.
Acredito que estejam todos aí. Se são 20, 19 ou 18, alguém se habilita a contar? Desisto, não importa o número, todos merecem carinho e cuidados e, com tempo farei um post para cada gato, pois todos têm suas peculiaridades e uma história por trás dos bigodes!