"Onde reinam intenções honestas,
mal entendidos podem ser curados
com rapidez e eficácia."

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9 de março de 2013

Tempo de mudanças

A galerinha felina está cada dia mais linda.
Na foto Fiona, Lico e Cisquinho.
Enquanto apreciava a gataiada tomar água, 
flagrei pombinhas rola namorando.
Uma está bem visível no galho e a outra está noutro galho à esquerda, bem em cima na foto.
Trocando arrulhos...
 e carinhos
 Pensando em mudança de lar, pesquisando adaptações aos gatos.
 Acredito que com cinco casinhas iguais estas acomodo todos.
O blog está abandonadinho não é? 
Mas são muitas coisas para pensar, 
adequar, fazer, desfazer, nos próximos meses.







7 de junho de 2012

Mimi, continuando o túnel

Que tal o objeto do terror aí em cima, 
marcando zero grau às nove horas da manhã?
Vou contar um segredo, quando é frio não saio nem pra fazer xixi, uso caixa com areia sanitária.
Mas o sol, à tarde, permite que meus operários continuem escavando o túnel para eu chegar no Japão e encontrar minha querida namogata Nina.
O serviço está bastante lento porque às quatro horas da tarde o sol já vai baixando e o vento sul, o Minuano, começa soprar e aí precisamos nos recolher. 
Para tentar agilizar, convoquei a Nina CP que estava dormindo dentro da casinha mas ela não quis ajudar.
Acho que não contei aqui que sou Engenheiro de Buracos, estudei na faculdade de Engenharia Buraquística na Universidade Felina da Gatolândia. Pois é, estava sentado, na sombra porque mesmo no inverno cuido da minha pele, quando o Guri chamou para eu fiscalizar o trabalho do dia. 
Está ficando bonito, a entrada é bem segura,
 os lados estão bem compactados
 e posso me locomover com facilidade.
O trabalho dos operários está ficando muito bom, não sei se terminarão antes de nos mudarmos da mansão, mas se não for possível, encontrarei outro jeito de ver a Nina.
Um lembrete a todos, mesmo com os termômetros marcando zero graus centígrados, precisamos nos hidratar, amo esta torneira, será que na outra casa tem torneiras?
Pensarei nisso outra hora, agora quero dormir e sonhar com um gostoso iogurt e com a Nina é lógico.

26 de maio de 2012

Mansão

Mansão querida, tentei manter-te em pé, mas fui vencida por idéias diferentes das minhas.
Para mim tens alma, para outros és só pedra.
Talvez por ter morado aqui por mais tempo que qualquer outra pessoa que por aqui passou, sinto-me entranhada em tuas paredes.
Estás velha, necessitas algumas cirurgias vasculares e outras plásticas e uma pessoa pensou em fazer isso. Enfrentou alguns dissabores, para que ficasses em pé mas, quando $$ falam mais alto os corações se calam.
 A lareira na sala grande, cenário para a noiva mais linda da família, que casou quando eu era recém nascida, 
foi protagonista em muitos invernos, aquecendo-nos e motivando até um chamado aos bombeiros pois o Tiago exagerou na lenha e o picumã da chaminé incendiou, fazendo com que nuvens de fumaça saíssem como que do telhado, mas foi apenas o susto. 
As festas de aniversário da Aline e Tiago sempre realizaram-se aqui. Esta foi no terceiro aniversário da Aline que está com o vestidinho xadrez com branco. Dentre estas, aqui crianças, hoje duas são médicas, um agrônomo, um brilhante advogado, duas donas de casa, dois não recordo e também, duas são lindas estrelas brilhando no céu: Daniela Zir e Fabiano Metz.
Linda recordação, também na sala grande, no dia do batizado do Tiago. Luiz, Aline linda como sempre e Tiago, chorãozinho amado, dormindo no meu colo.
Primeiro aniversário do Tiago. Em todos os aniversários aqui, desde a decoração aos doces e salgados tudo feito em casa, por mim com a preciosa ajuda da vó Lilly, da comadre Ria e sempre com a companhia da Tante Inge, servindo o chimarrão.
Segundo aniversário do Tiago
Assim como pessoas queridas presentes nas fotografias já estão junto aos espíritos de luz, e a araucária imponente virou lenha, tu mansão amiga também em breve darás lugar a um (perdoem quem pensa diferente) horroroso prédio, onde as pessoas apenas passarão, mas não darão vida às habitações, onde os vizinhos não se conhecem e evitam contato, enfim onde não mais crianças correrão no quintal, amoras não mais serão colhidas, nem as laranjas, os limões e as pitangas.
 Os bem te vi, as pombas, os sabiás laranjeira, os pardais e até as lesmas terão que procurar outro lugar para morar.
Ah! e eu também.

3 de maio de 2012

Mimi, trabalho infantil

Ainda não fui liberado da tarefa de cuidar dos filhotes no quintal.
O Belo disse que o Japão é do outro lado do mundo e que sozinho eu nunca chegaria lá. Então, unindo o útil ao agradável resolvi colocar os filhotes para trabalhar, escavando um túnel para chegar até o Japão, onde mora minha namogata Nina. 
  O Guri é muito vadio e não ajuda em nada, então, 
deixei ficar comigo na fiscalização.
Viram (quem conhece o quintal) que derrubaram a araucária que a Beth tanto amava? Sobrou só um banquinho.
Faz mais de um mês que iniciaram o serviço de escavação...
  Guri nem chega muito perto do buraco por medo de precisar sujar suas lindas patinhas, é preguiçoso e manhoso, se alguém encosta nele já corre uivando como se tivesse sido espancado.
A Gorda e o Garoto trabalham muito bem.
  Gorda entrou no buraco para mostrar 
como já está adiantado o túnel.
Eles estão usando um par de tênis número 37 para medir. 
Ali embaixo estão dois alinhados, um frente ao outro. 
 Acho que o mundo não é tão grande, mais uns cem pés de tênis 
e quem sabe poderei chegar até o Japão.
 
Ô tio Mimi, podemos parar por hoje? Estamos cansados, a mãe Leona já está nos esperando em nosso quarto quentinho 
com a dinda Tita CP (falou Garoto).
Tá bom crianças, podem descansar com a mamãe Leona e 
eu vou miar na porta para entrar pois logo escurecerá.

9 de março de 2012

Mais restrições à liberdade no quintal

Para ter liberdade, há que merecer!
Retomo hoje meu lugar como "contadora das histórias" pois embora a maioria das fotos seja da ilustre Kita, a protagonista do sufoco fui eu. As fotos da pestinha, da primeira até a quinta deveriam ter sido postadas ontem, mas cadê coragem, sem saber onde ela estava? 
Pois é, essa carinha inocente, dentro da caixinha 
dos tesouros da Vó Lilly.
Aqui dorme tranquila no "porta casacos". 
Aqui e na próxima dorme como anjo sobre a lareira.
Estava ela ontem à tarde, tomando banho de terra com a Zóio  * e eu queria subir para costurar. Tentei caçá-la mas fez com que eu andasse atrás dela por mais de quinze minutos, cansei e quando desci já havia escurecido (saudades do horário de verão), abri a porta chamei Zóio e Kita, a primeira veio e da segunda nem sinal.
Até quando fui deitar, perto de meia noite, 
saí fazendo ronda pela vizinhança mas desisti.
Quatro e quinze da madrugada, escuto através da janela do meu quarto seu miado. Abri a janela e a figurinha estava do outro lado do muro e não conseguia sair.
Que fazer? O óbvio, desligar os alarmes, aguardar telefonema do monitoramento (é imediato quando há ocorrência antes do horário normal), pegar uma lanterna potente, mesmo com lua cheia e, tentar convencer Kita subir por um local menos alto pois através da tela eu conseguiria pegá-la. Meia hora de conversa, nada. Peguei uma tábua muito pesada, que uso para erguer o varal no quintal, com mais de dois metros de comprimento e iniciei a empreitada de colocar o artefato sob a cerca até a janela da garagem do prédio para fazer uma ponte. Não gostou da ponte.
Consegui, inclinar os dois metros e meio de madeira para fazer uma rampa e ela não subiu. Cinco e meia, peguei algumas medidas de ração, joguei para ela e voltei ao quarto, trancafiei tudo para não ouvir os miados. Dormi até às sete, levantei e voltei à lida, chamei, implorei e do outro lado só miados. Entrei, comi um pedaço "daquele" bolo de bananas e decidi que às oito e meia ligaria para uma conhecida no prédio e buscaria a felina. 
Não foi preciso, ela veio sozinha quando decidiu 
ainda antes das oito horas...!
Decisão tomada, só têm liberdade aqueles que merecem, ou seja, três ou quatro, lembram que liberei o quintal com restrições? aqui  A da Kita e do Nino terminou hoje. Já providenciei tela para colocar em duas janelas no andar superior, trabalho para a super Ana e eu no final de semana.
Enquanto eu caminhava dois quilômetros, termômetro da rua marcando 34° a Kitinha dormia sossegada, 
eu  andando pela rua carregando esse pequenino rolo de tela.
 As brincadeiras de esconde esconde reiniciaram hoje à tardinha, vejam onde a encontrei,
no armário da cozinha, ao lado da compoteira de cristal.  
Saímos ilesas de nossa aventura madrugadora e da liberdade restrita ao interior da mansão e dos armários.

11 de fevereiro de 2012

Filhotes, primeira brincadeira no quintal!

Mimi, gato mais velho da casa foi convocado para narrar o primeiro contato dos filhotes da Leona com o quintal.
Miaaauuu... pois é pessoal, esse baixinho aqui do meu lado é o Garoto, parece uma mistura de todos os bichos que a Beth gosta, ela até já falou que ele parece um gato Sphynxs (só porque ela quer). Mas o danado do cusquinho é muito camarada.
Pronto, foi solta a matilha e já querem entrar no porão, 
mas está bem trancado.
Lá vão eles, seguindo a mamãe Leona,
descobrindo a textura da grama, espantando um gato.
 Hehehehe o Garoto não aguentou a pose de cachorro grande e foi brincar com o irmão.
 A Zeldha colocou-se literalmente no "meio".
 Não podem ver a Leona que já querem mamar.
 
 Mas ela não dá mole, a criançada vai atrás dela até a amoreira 
onde a Bina está descansando.
 Vejam o Garoto mordendo a barriga da Zeldha.
 Leona dando uns beijinhos na filharada.
 
Zeldha caiu num buraco e a Leona resolveu explicar algumas "coisinhas" da rotina "cachorística", como cavar buracos, 
mas cuidar para não cair dentro de um.
Parece que a Zeldha já sabe que será a primeira a ser doada porque presta atenção aos conselhos da mãe, 
já o maninho se afasta procurando outra atividade.
 
 A maninha peluda (parecida com a Leona), derrubou o Garoto!
 Pronto, a Leona encerrou a brincadeira e reuniu os filhotes 
para entrar no canil.
O Garoto voltou para entrar comigo, 
acho que ele é meio gato mesmo.
 Por hoje é só, como cansa essa atividade de "contador de histórias", o Belo é melhor nisso.
Os filhotes hoje estão com 37 dias.