"Onde reinam intenções honestas,
mal entendidos podem ser curados
com rapidez e eficácia."

14 de setembro de 2011

Diário de Viagem (parte 3) enfim Punta!

Para alguns devo estar parecendo uma turista bobona, escrevendo sobre uma viagem que para muitos é rotineira e para outros, acostumados com a Europa, USA, Ásia, Emirados Árabes é como o quintal de casa.
Era um sonho, para mim mais importante do que qualquer outro destino. Desejava conhecer Punta Del Este e meus filhos puderam proporcionar a realização do sonho (sem saberem). Estar junto deles naquele lugar foi muito bom.
Assim estava o sol nascendo, quando cheguei ao hotel Golden Beach, poucos metros do mar,   
 Vista da sacada de minha "habitacion" 
 
e, assim estava o céu em minha primeira caminhada beira mar, após café da manhã no hotel, com suas tortas de frutas, requeijão, doce de leite com bananas, os croissants, neutros, doces e salgados, os bolos, e tantas outras guloseimas que renderam alguns quilos a mais!
Depois do hotel de Pelotas, mereci a "habitacion" para mim reservada pelo filho!
Quarto,
 sala,
 cozinha
do banheiro mostro apenas a porta!
Paisagem espetacular
Acompanhada por essa joia impossível explicar!
Primeiro dia, quinta-feira 8 de setembro foi assim, pela manhã caminhar à beira mar com a filha e o genro e à tarde comprinhas com Tiago, Fran e Germano.

13 de setembro de 2011

Diário de Viagem (parte 2) outra parada imprevista

Para sair do "turismo rural forçado" duas eram as opções: voltar para casa (jamais) ou percorrer até 400km por conta da seguradora, em táxi. Optamos pela segunda. Estávamos a menos de 300km de Pelotas, RS e lá providenciaríamos a locação de um carro.
Não havendo outra solução, talvez o veículo acima precisasse ser acionado!
Assim como nós saímos de Soledade, minha filha e esposo saíram de Porto Alegre. Coincidiu que eles chegaram em Pelotas pouco antes de nós e como já estávamos conectados com os celulares, solicitamos que  providenciassem a locação de um veículo para prosseguirmos a viagem.
Esquecemos de um importante detalhe: era 7 de setembro, feriado nacional e nada estava aberto, nem locadoras de automóveis.
Lugar no carro da filha apenas para o filho, nora e netinho, em razão da cadeirinha de segurança e bagagens.
Então, vovó ficou em Pelotas, aguardando o único ônibus que ainda tinha vago um único lugar, com destino à Punta Del Este no Uruguay.
Ficar na rodoviária, em cidade estranha, por mais de oito horas, concluímos ser muito cansativo. Então, na própria rodoviária indicaram um hotel, onde  poderia descansar, até a hora de embarcar. O quarto era isso que aparece na foto acima e um minúsculo banheiro. O cheiro de naftalina era praticamente insuportável. A cama, mesa de cabeceira e mesinha eram todas forradas em carpete na cor chumbo, parecia uma tumba. (Mas, o destino do PRIMEIRO cachorro foi pior. Quem leu o post anterior entenderá e para quem não leu, explico: o incidente na estrada foi provocado por um cachorro enorme que surgiu na saída de uma curva. Batemos nele e passamos por cima. A frente do carro e boa parte da mecânica restaram avariadas.)
Parênteses fechado, segue o passeio. O sol brilhava lá fora e liberta de mala e bolsa, apenas com documentos, pouco dinheiro e câmera, caminhei pelos arredores do hotel. Fui informada de que aquela localização era  espaço de preservação cultural e patrimonial da cidade. Abaixo um lindo casarão restaurado, imagino a pompa das recepções ali realizadas no passado.
Aqui a lateral do casarão.
Esta é uma igreja anglicana, muito linda, não sei o que é a vegetação que a recobre, mas é maravilhosa.
Daqui parecem sair todas as ramificações que vão até a lateral do prédio.
O Mercado Público está sendo restaurado.
Essa torre encontra-se no pátio interno do Mercado.
Às 23 horas, embarquei num confortável ônibus leito da empresa TTL, com direito a duas refeições e, vale destacar, melhores que as oferecidas nos aviões.
A chegada em Punta Del Este, foi às seis horas e trinta minutos da manhã do dia oito de setembro, vinte e quatro horas após a saída de Soledade.
Continua amanhã!

12 de setembro de 2011

Diário de Viagem - (parte 1) Parada não programada

Saímos de Soledade, RS dia sete de setembro às 6h15min, ainda escuro. Aos poucos o sol iniciou sua magnífica aparição do dia e, cortando a linda paisagem o rasto de um avião.
Às 8h15min, primeira parada, não programada, após mais ou menos trezentos quilômetros de viagem tranquila, pouquíssimo tráfego, maravilha para acionar o acelerador!
 Paradas à beira da estrada, não programadas, acontecem por fatores imprevisíveis. Pois bem, aconteceu, no meio de nada com coisa alguma, sem sinal de celular. Meu filho andou para um lado da estrada e eu para outro na tentativa de contatar a seguradora mas desistimos.
Aí, foi feito o que pensei desde o início: exatamente onde paramos havia uma propriedade rural. Ressalto que já nos encontrávamos numa das regiões mais pobres do Rio Grande do Sul.
Os anjos estavam conosco e na casa havia um telefone celular de onde foi possível nos conectarmos com a civilização e solicitar a presença de um caminhão guincho. O socorro demoraria um pouco porque as cidades próximas estavam, uma a cinquenta quilômetros e outra a quarenta e cinco quilômetros de onde estávamos.
Enquanto isso, apresento o SEGUNDO cachorro,
o TERCEIRO cachorro,
o QUARTO cachorro,
o QUINTO cachorro,
o SEXTO cachorro,
o SÉTIMO cachorro,
dois gatinhos de vários, todos iguais, várias gerações da mesma família,
Duas galinhas,
alguns porquinhos que fizeram a alegria do meu neto Germano,
o OITAVO cachorro,
uma linda árvore lindamente ornada pela própria natureza,
e, um chuveiro que há muito tempo procurava para mostrar, como até a metade do século passado, as pessoas se banhavam, mas descobri que ainda é usado no séc XXI, nos cafundós do Rio Grande do Sul.
Aqui retomando a estrada!

CONTINUA............
CORREÇÃO: o terceiro e o quinto cão são o mesmo. Peço desculpas e agradeço a observação feita por Gisa.