Aqui no blog já falei várias vezes o quanto lamento que os gatos não possam passear à vontade, comer suas "graminhas", subir em árvores, enfim, ter contato com a natureza. Então procuro proporcionar um pouco do que eles teriam sendo livres, como por exemplo o canteirinho de milho para pipocas.
Hoje levei até eles as plantinhas já cultivadas e com alguns centímetros de altura.
Foi engraçado ver a reação. Alguns logo se aproximaram e experimentaram.
Outros nem saíram de dentro da sala ou de cima do sofá.
Dalila, seus irmãos branquinhos e Jola foram os que mais curtiram a novidade.
Luky, o eterno bebê, resolveu sentar no vaso/canteiro.
Observem o pescoço do Max.
Aqui o que restou ao final do dia.
Sobre o pescoço do Max, vale uma pequena explicação.
Quinta-feira pela manhã, notei uma pequena manchinha no seu pescoço, parecendo o início de um fungo. Devido à umidade intensa do inverno, nada é impossível. Então, como sempre tenho em casa um bom shampoo de uso veterinário, anti-fúngico e anti-bacteriano, umedeci uma esponja com água, coloquei o shampoo e esfreguei no pescoço do gato.
Ele ficou furioso e, na minha frente escalou o portão, de dois metros de altura e fugiu.
Meia-hora depois escutei miado na janela da sala onde fico no computador, abri e era o Max, com o pescoço e a cabeça marrons. É como sempre digo,
gatos sabem o que é bom para curar suas mazelas.
Nada de shampoo caríssimo (R$98,00). Um bom banho de terra vermelha cura com mais facilidade.
Ando ausente do blog, em razão de prioridades que estão tomando meu tempo.
Procurarei dar uma passadinha por aqui vez em quando.