"Onde reinam intenções honestas,
mal entendidos podem ser curados
com rapidez e eficácia."

17 de agosto de 2012

Saudades do "Alfredinho" gatinho amarelo...

Tenho convivido com muitos gatos já fazem alguns anos. Sempre em torno de quinze que foram aparecendo  por aqui ou retirados de um abrigo para cães com um gatil extremamente precário.
Ocorre que por motivos alheios a minha vontade, a população felina aumentou e hoje cuido de quase trinta, dos quais 10 (dez) são filhotes de sete e cinco meses.
Alfredinho e seu maninho Alemão
Providencio sempre a castração de todos e no momento apenas os filhotes não estão castrados, mas a partir da próxima semana todos passarão por esta etapa.
Fui convencida a doar os filhotes, pois as despesas e o trabalho que demandam quando se exerce posse responsável, 
tornam tudo muito difícil
Apenas um foi adotado e justamente aquele que mais demonstrava carinho por mim. Publiquei as fotos e ele foi o escolhido.
Entreguei-o com um sentimento de perda muito grande pois até nome já lhe havia dado, era o Alfredinho, 
todo amarelinho e de pelos longos.
Nos primeiros dias após a doação recebi notícias e fotos mostrando que ele estava bem. Passou-se um mês sem notícias, busquei-as e recebi: "ele morreu, de uma virose fatal". Quando questionei qual veterinário o atendeu recebi como resposta "não deu tempo, ele morreu em menos de uma hora".
A conclusão a que cheguei é de que o pobrezinho morreu por falta de cuidados, pois não há virose que ataque um gato saudável, como são seus irmãos, que o levasse a óbito sem atendimento veterinário.
A indignação é maior em razão de a adotante não ter me informado sobre o que estava acontecendo e se eu não a tivesse procurado no Facebook talvez não ficasse sabendo que o Alfredinho passou a Ponte do Arco Íris.
Sei que a maioria dos leitores do blog ama animais, principalmente os gatos e não precisam ser orientados sobre a posse responsável, mas sempre é bom lembrar antes de adotar ou doar um gatinho quais são nossas responsabilidades.
No caso do Alfredinho, deixei-me levar por imagens postadas na rede social e fui relapsa não indo conhecer  a casa para onde ele foi levado e não buscando informações da adotante.
Perdoe-me Alfredinho, estou muito triste com tua partida.

11 de agosto de 2012

Com comentários e gratidão

Mais uma vez demonstrei meu grande defeito, a insegurança, chantageando meus leitores a comentarem as postagens.
Peço desculpas,  não prometo nunca mais fazer, pois estou lapidando qualidades, mas os defeitos  insistem em aparecer.
Dizer que os comentários me comoveram é desnecessário, fiquei feliz como o sabiá laranjeira que já está dando demonstrações vocais ao amanhecer aqui no quintal.
Ao procurar no Google hoje pela manhã algumas imagens de flores e gatos, deparei-me com a imagem acima que é minha mão acariciando uma florzinha aqui em casa e 
na outra, o Mimi, deitado sobre uma mesinha enfeitada com uma toalha natalina.
Pode parecer bobagem, todos os proprietários de blogs, ao fazerem uma busca no Google encontrarão alguma coisa que postaram. 
No meu caso, foi uma surpresa muito agradável
 num dia um tanto complicado.
Hoje fazem nove meses que fui submetida a uma cirurgia  comentada no blog e principalmente aqui.
Amanhã os mesmos nove meses da partida da mãe.
Hoje pela manhã, recebemos uma notícia bastante difícil, o esposo da Ana, minha funcionária há mais de onze anos foi diagnosticado com aquela doença (que não gosto de dizer o nome e que todos nós no fundo da nossa mente tememos), em estágio muito avançado. Então, peço aos amigos direcionarem pensamentos positivos, boas energias e orações, aqui para o Sul do Brasil para ajudar-nos a enfrentar mais esta adversidade com coragem e fé.
esta imagem é daqui
Novamente agradeço os comentários e perdoem minha insegurança.

8 de agosto de 2012

Sem comentários...

 O blog está carente de comentários. 
A postagem feita dias atrás apenas mereceu um comentário, agradeço muito à Néia do blog.
Sei que ando relapsa nas fotos dos gatos mas acontece o seguinte: minha câmera só funciona quando quer e as poses felinas não esperam seu funcionamento.
Sabem como é cuidar de trinta gatos, nove cães, uma casa enorme, com apenas meia ajuda e ainda costurar tildas, fazer tricô, comentar nos blogs, escrever, selecionar objetos para serem fotografados ou escaneados arquivando-os "ad perpetuam rei memoriam"? Falta tempo e quando posto aparece apenas unzinho comentário?
Estou quase desistindo.
Vejam aqui o colete que fiz, trabalhando nele apenas à noite.
 
Lembram do roupeiro? Pois ficou como estava nas primeiras fotos. Já estou usando mas ficará assim porque 
está no rol do descarte.
Minha funcionária (meia) encontrou o barrado de crochê que minha avó vez nos anos trinta do século passado e mesmo com os furos colocou na mesa da tv do quarto.
E, nesta almofada, tricotada por vovó também no século passado ficarei recostada, esperando os comentários ou desisto do blog. Vocês decidem.